sexta-feira, 20 de abril de 2012

Prometo


Nunca me disseste mas eu sempre achei que aquele teu texto era meu.
Posso estar redondamente enganada - eu sei mas, até prova em contrário, irei guarda-lo como tal.
Várias vezes te falei dele, querendo saber se era meu. Sorrias (e davas-me a resposta).

Eu sei... Foi só um texto, escrito numa noite de verão. Talvez inventado pela tua sublime imaginação.
Mas sempre me pareceu tão meu, tão de ti para mim. Nunca saberei, por certo, mas porque o li e o senti meu, guardei-o. Agora que passaram as (nossas) noites de verão, volto a olhar para ele e quero que te fique somente esta certeza: Eu prometo.

[Sei que há coisas que passe o tempo que passar, não passam! Esta convicção não me deixa muito tranquila, confesso.]

Sem comentários:

Enviar um comentário